domingo, 17 de novembro de 2013

Amizade...

"A amizade começa quando, estando juntas, duas pessoas podem permanecer em silêncio sem se sentir constrangidas."
Tyson Gentry

Para você, com carinho.

Vinícius de Moraes

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. 
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. 
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ... A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. 
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. 
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar. 
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. 
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. 
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. 
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. 
Se todos eles morrerem, eu desabo! 
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. 
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. 
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. 
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. 
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ... 
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Fazendeiros do MS farão leilão para financiar "resistência" contra indígenas

Fazendeiros de Mato Grosso do Sul irão leiloar "de galinha a vaca - gado de Origem Pura (OP)" para financiar a luta contra indígenas.  Nesta quarta-feira, dia 13 de novembro de 2013, ruralistas se reunirão na Associação de Mato Grosso do Sul (ACRISSUL), em Campo Grande, para organizar o "Leilão da Resistência", evento cujo recursos serão destinados a ações de combate às ocupações de terras por indígenas no Estado. 
A reportagem é de Ruy Sposati e publicada pelo portal do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) em 13 de novembro de 2013.
Após as malsucedidas negociações com o governo federal e indígenas, produtores da região tem se pronunciado de maneira virulenta sobre a questão fundiária no Estado - e sobre quais serão os próximos passos dos ruralistas na " resistência" contra o avanço das ocupações indígenas. No último dia 7, em reunião realizada na ACRISSUL, o presidente da Entidade, Chico Maia disse: "a Constituição garante que é direito do cidadão defender seu patrimônio, sua vida. Guarda, segurança custa dinheiro. Para entrarmos numa batalha precisamos de recursos Imagina se precisarmos da força de 300 homens para a mobilização". Na reunião do dia 13, Chico afirmou que "novos confrontos estão por vir e algo precisa ser feito para evitar novas mortes". O vice-presidente da federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), Nilton Piekler, também veio a público corroborar a leitura da ACRISSUL. "Estamos em uma terra sem lei, onde invadir propriedade não é mais crime, alguma rEação precisa ser feita", afirmou.
No início de novembro de 2013, um grupo de fazendeiros permaneceu acampado próximo à ponte que dá acesso à Terra indígena Vvy Katu, em processo de demarcação há 29 anos e retomada pelos Guarani Nandeva, em outubro. Durante o acampamento  ruralistas ameaçaram adotar "medidas próprias" caso o governo federal não apresentasse proposta concreta sobre o "litigio de terras" no Estado. No local circulavam panfletos e adesivos que conclamavam "republicanos, liberais, (...) empresários, militares (...), maçons" a dar um "basta ao marxismo cultural", sob o slogam de "Pelo direito á propriedade. O brasil que produz reage!". Em contexto de conflito envolvendo indígenas e fazendeiros, em novembro de 2011, a empresa de segurança privada Gaspem, que prestava serviços a proprietários de terras que incidem sobre território tradicional, foi acusada de envolvimento na morte do rezador Guarani Kaiowá Nísio Gomes, no tekoha Guaiviry, em Aral Moreira. Na denúncia o Ministério Público Federal do mato Grosso do Sul (MPF-MS) classificou a empresa como "milícia privada", exigindo a suspensão das atividades da companhia.
Além dos fazendeiros, indígenas têm enfrentado a postura truculenta de alguns policiais federais. Conforme relato pelo Conselho Aty Guasu, organização política Guarani e Kaiowá do MS, o delegado da Superintendência da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul, Aleídio de Souza Araújo, declarou que, se fosse preciso, chamaria a Força Nacional para retirar os indígenas e observou que "índios mortos não lutam mais, o sonho acabou"! Em entrevista à Rede Brasil Atual, o antropólogo Kaiowá Tonico Benites, do Conselho Aty Guasu, afirma que o delegado Araújo disse à comunidade que "se vocês estiverem em 4 mil aqui, eu posso juntar 10 mil policiais, Força Nacional para cumprir ordem judicial". "Vocês, índios, vivos podem até cobrar um milhão de reais pela morte de índio do governo, mas quem morreu já morreu", disse. Depois concluiu: " Não sei na crença de vocês, mas na minha crença só um homem ressuscitou que é Jesus Cristo".. 
Fontes: Jornalista Ruy Sposati - Instituto Humanistas Unisinos / Assessoria CIMI/MS

Iracema Alves - jornalista cadeirante
Colaboração:  Wiglinews

domingo, 10 de novembro de 2013

NEGÓCIOS INOVADORES E SUSTENTÁVEIS

"Práticas sustentáveis são o alicerce do modelo de negócios que vão vencer. Não importa para a geração Y que os automóveis possam ir de 0 a 100 em cinco segundos se eles não puderem pagar o combustível e se seus passeios prejudiquem o planeta", escreve Bill Mac Dermott, co-CEO  (Chief Executive Officer ) da SAP empresa de software para gestão de negócios, em artigo publicado no Jornal Valor, em 4/11/2013. Segundo ele, " principais fabricantes de automóveis entenderam que o interesse do consumidor passou do caráter sexy para o inteligente", pois, " a mobilidade interconectada é a nova  proposta de valor que oferece aos jovens condutores eficiência no consumo de combustível, informações em tempo real, acesso a redes sociais e seguro proporcional em um único produto. Para cumprir essa promessa, é necessária a colaboração entre setores, para promover a co-inovação que atenda à demanda do consumidor com responsabilidade" Para o co-CEO da SAP, "salvar o mundo se tornou uma estratégia de negócios de sucesso"
"Christina Marule é dona de uma pequena mercearia na zona rural da África do Sul. Há cinco anos ele era obrigada a manter sue filho fora da escola enquanto se locomovia até o mercado mais próximo, uma viagem de meio dia, para comprar produtos para vender em sua loja. Hoje, ela administra os estoques via mensagens de texto enviadas de um dispositivo móvel. Seu filho voltou para a sala de aula. Esta é uma história de determinação pessoal, mas também de um progresso real. Movida pela inovação e a ambição determinada de toda uma geração, histórias como essa estão transformando modelos de negócios e cadeias de valor inteiras. Para os futuros lideres do mundo, comportamento sustentável  tem a ver tanto com a educação do filho de Christina quanto com a proteção das reservas mundiais de água potável. Cabe aos lideres de hoje ligar os pontos. Durante recente reunião anual da Clinton Global Initiative, estive junto de alguns ilustres palestrantes para falar sobre a escassez de recursos no mundo. Muitas estatísticas são simplesmente inquestionáveis. Hoje, a ONU (Organização das Nações Unidas) reportou 870 milhões de pessoas no mundo então desnutridas. Mais de 10% da população mundial não têm acesso a uma fonte de água segura e mais de 2 bilhões de pessoas carecem de saneamento adequado. Enquanto discutimos esses desafios, a população mundial continua crescendo dos atuais 7 bilhões para mais de 9 bilhões em 2050. Apesar desses e outros números convincentes, muitas organizações ainda acreditam que a sustentabilidade é pouco mais que um apêndice em um relatório anual.
A realidade é qua as práticas sustentáveis são o alicerce de modelos de negócios que vão vencer, crescer e ganhar escala. Pense no que está acontecendo na indústria automobilística com carros conectados. As principais fabricantes entenderam que o interesse do consumidor passou do caráter sexy para o inteligente. Salvar o mundo se tornou uma estratégia de negócios de sucesso. A Danone, maior fabricante de iogurte do mundo, tem mais de 100 mil funcionários nos cinco continentes. A empresa usa agora a emissão de carbono como agente que  busca eficiência em toda sua cadeia de suprimentos. Com uma tecnologia avançada, sesse agentes automaticamente capturam a analisam dados sobre as emissões em todo o processo de fabricação. Ajudando a economizar energia, eles melhoram os resultados de negocio e garantem maior fidelidade à marca entre os consumidores orientados por esse proposito. Salvar o mundo se tornou uma estratégia de negócios de sucesso. Andrew Liveris, presidente e diretor executivo da Dow Chemical Company, dia que as maiores empresas do mundo têm a responsabilidade de liderar essa transformação. Ele está absolutamente certo e transformou a Dow em um estudo de caso com elevados padrões em toda a sua cadeia de suprimentos. Outras empresas estão seguindo o exemplo da Ariba Business Network - uma cadeia de suprimentos virtual que controla o cumprimento das normas e avalia o desempenho de empresa em todo o mundo.
Na SAP fizemos uma grande aposta de dados transparentes e no comportamento orientado pela rede. Hoje, qualquer funcionário pode monitorar o desempenho da empresa em relação às emissões de carbono, mulheres na administração e viagens de negócios. Deixar de viajar e, em vez disso, realizar uma videoconferência é algo relevante e todos os funcionários podem fazer essa diferença. Essas medidas se baseiam na nossa capacidade de continuar transformando a companhia. É por isso que, quando reportamos a performance anual dos nossos negócios, integramos nosso desempenho na área de sustentabilidade. Nossos acionistas admiram o fato de que funcionários engajados e recitas operacionais estejam intrinsecamente associados (para cada 1% de redução na rotatividade de funcionários, a SAP economiza 62 milhões de euros). Se envolvermos as pessoas nas decisões que as empresas fazem, a mudança será mais significativa do que imaginávamos. Esse é o melhor exemplo de sustentabilidade.
O engajamento começa e termina com o atendimento de clientes como a Christina Marule. Historias como a dela estão se repetindo na África e na Ásia, Europa e América. O filho de Cristina e milhões como ele vão crescer em um mundo melhor e um dia terão a oportunidade de viver seus próprios sonhos. Muitos colegas da minha geração estão desanimados, pensando que vamos deixar para os mais jovens um mundo pior do que o que herdamos. Sabe que mais? Eles não nos deixarão fazer isso! Eles foram criados com muitas ferramentas que permitem reverter tendências. Mobilidades. Big Data. Redes sociais. Vamos levar a inspiração de nossos herdeiros e coinovar com jovens sonhadores para criar uma nova era de crescimento responsável que proteja o planeta e beneficie todos.
Fonte: Jornal O Valor de 4/11/2013 - Instituto H. Unisinos.
Dedicamos este texto ao RFO incansável pesquisador da Sustentabilidade 
Iracema Alves/ jornalista cadeirante.
Participação  Wiglinews

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Lei Complementar 64/90 - Casos de Inelegibilidade e Prazos de Cassação






Lei complementar  nº 64, de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9º do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade e a moralidade no exercício do mandato. 






O Presidente da República faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:

Art. 1º Esta Lei Complementar altera a Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9º do art.14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências.

Art.  2º
1º.................................................................................................................................................
   .................................................................................................................................................
   .................................................................................................................................................

c) O Governador e o Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal e o Prefeito e o Vice-Prefeito que perderem seus cargos efetivos por infringência a dispositivos da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término do mandato para o qual tenham sido eleitos;

d) os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou politico, para a eleição na qual concorrem ou tenha sido diplomado, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes;

e) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena pelos crimes;
  1. contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público;
  2. contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência;
  3. contra o meio ambiente e a saúde pública;
  4. eleitorais para os quais a lei comine pena privativa de liberdade;
  5. de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de funções públicas;
  6. de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores;
  7. do trafico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos;
  8. de redução à condição análoga à de escravo;
  9. contra a vida e a dignidade sexual ; e
  10. praticados por organizações criminosas, quadrilhas ou bando; 
f) os que forem declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de 8 (oito) anos;

g) os  que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidades insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa , e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizem nos 8 (oito) anos seguintes, contados a partir da data da decisão, aplicando-se o disposto no inciso II do art. 71 da Constituição federal, a todos os ordenadores de despesas, se exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição;

h) os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes;

i) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, capitação ou gastos ilícitos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou diploma, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição;

j)................................................................................................................................................................

k) O Presidente da República, o Governador de Estado e do Distrito federal, o Prefeito, os membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa, das Câmaras Municipais, que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para eleições que se realizem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleito e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura;
  
l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos, após o cumprimento da pena;

m) os que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de 8 (oito) anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário;

n) os que foram condenados,, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vinculo conjugal ou união estável para evitar caracterização de inelegibilidade, pelo prazo de 8 (oito) anos, após a decisão que reconhecer a fraude;

o) os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de 8 (oito) anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário; 

p) a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão, observando-se o procedimento previsto no artigo 22;

q) os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de 8 (oito) anos,
...................................................................................................................................................................

§  4º A inelegibilidade prevista na alínea e do inciso deste artigo não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada.

§ 5º  A renúncia para atender à desincompatibilização com vistas a candidatura a cargo eletivo ou para assunção de mandato não gerará a inelegibilidade prevista na alínea K a menos que a Justiça Eleitoral reconheça fraude ao disposto nesta lei Complementar (NR)

Art 15 Transitada em julgado ou publicada a decisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato, ser-lhe-á  negado registro, ou cancelado, se já tiver sido feito, ou declarado nulo o diploma , se já expedido;

Parágrafo único: A decisão a que se refere o caput,  independentemente da apresentação de recurso, deverá ser comunicada, de imediato, ao Ministério Público Eleitoral e ao órgão da  Justiça Eleitoral  competente para o registo de candidatura e expedição de diploma do réu. (NR)

Art.22............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 
XIV - julgada procedente a representação, ainda que após a proclamação dos eleitos, o Tribunal declarará a inelegibilidade do representado e de quantos hajam contribuído para a prática do ato, cominando-lhes sansão de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos 8 (oito) anos subsequentes à eleição em que se verificou, além da cassação do registro ou diploma do candidato diretamente beneficiado pela interferência do poder econômico ou pelo desvio ou abuso do poder de autoridade ou dos meios de comunicação, determinando a remessa dos autos ao Ministério Público Eleitoral, para quaisquer outras providências que a espécie comportar.

XV - (revogado)

XVI - para configuração do ato abusivo, não será considerada a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição, mas apenas a gravidade das circunstâncias que o caracterizam (grifos meus).

Art. 26-A  Afastada pelo órgão competente a inelegibilidade prevista nesta Lei Complementar, aplicar-se-á, quanto ao registro de candidatura, disposto na Lei que estabelece normas para as eleições;

Art..26-B  O Ministério Público e a Justiça Eleitoral darão prioridade, sobre quaisquer outros, aos processos de desvio ou abuso do poder econômico ou do pode de autoridade até que sejam julgados, ressalvados os de habeas corpus e mandado de segurança.

§ 1º É defeso à autoridades mencionadas neste artigo deixar de cumprir qualquer prazo previsto nesta Lei Complementar sob a alegação de acúmulo de serviço no exercício das funções regulares. 

§ 2º Além das policias judiciárias, órgãos da receita Federal, estadual e Municipal, os Tribunais é órgãos de contas, o banco Central do Brasil e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras auxiliarão a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral na apuração dos delitos eleitorais, com prioridade sobre as suas atribuições regulares.  
   
§ 3º O Conselho Nacional de \justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e as Corregedorias Eleitorais manterão  acompanhamento dos relatórios mensais de atividades fornecidas pelas unidades da Justiça Eleitoral a fim de verificar eventuais descumprimentos injustiçados de prazos, promovendo quando for o caso, a devida responsabilização.

§ 4º A prática de atos manifestante protelatórios por parte da defesa ao longo da tramitação de recurso, acarretará a revogação do efeito suspensivo.

Art. 3º os recursos interpostos antes da vigência desta Lei complementar poderão ser editados para o fim a que se refere o caput do art.. 26-C da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990

Art.4º revoga-se o inciso XV do art. 22 da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990

Art. 5º Esta lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 4 de junho de 2010, 189º da Independência e 122º da República.

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
Luís Inácio Lucena Adams

Este texto não substitui o publicado no DOU de 7/6/2010

Fonte: recebido por via de email (as marcações - letras ou nº² dos parágrafos correspondem ao texto original que pode ser encontrado no link http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp64.htm 

Iracema Alves/ jornalista cadeirante

domingo, 27 de outubro de 2013

VOU-ME EMBORA PRA BRUZUNDANGA

nº 3 - Marco Antônio Villa - O Estado de S. Paulo
O Brasil é um país fantástico. Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo de nossa história diversos exemplos. O mais recente é Dilma Rousseff. Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças. Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando, não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia. Quis se aventurar no mundo dos negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares conhecidas como "de 1.99". Não deu certo. teve logo de fechar as portas. Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada virou ministra de Minas e Energia. Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop . Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito. Foi nesse cenário, digno de "O Homem que Sabia Javanês ", que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio. Nada fez digno de registro. Mas novamente foi promovida....
Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa, um projeto, uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula. Nesse momento quando foi definida como a futura  ocupante da cadeira presidencial, é que foi desenhando o figurino de gestora eficiente, profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar, durona, implacável e desinteressada de política. Como deveria ser uma presidente a primeira no imaginário popular? Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi dura, muito dura. Dilma passou por uma cirurgia plástica,  considerada essencial para, como disseram à época, dar u m ar mais sereno e simpático à então candidata..Foi transformada em a "mãe do PAC"- Programa de Aceleração do Crescimento Acompanhou Lula por todo o País. Para ela e só para ela a campanha eleitoral começou em 2008. Cada ato do governo foi motivo para um evento público, sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa. Seu criador foi apresentando homeopaticamente  as qualidades da criatura ao eleitorado. Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser seu tradutor, falando em nome dela e violando abertamente a legislação eleitoral.
Com base numa ampla aliança e no uso descarado da máquina governamental venceu a eleição. Foi recebida com enorme boa vontade da imprensa. A fábula da gestora eficiente, da administradora cuidadosa e da chefe implacável durante meses foi sendo repetida. Seu figurino recebeu o esforço mais que necessário de combatente da corrupção. Também pudera não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir tantos ministros acusados de atos lesivos ao interesse público. Com o esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no final do século 20 e um quadro econômico internacional extremamente complexo, a presidente teve de começar a viver no mundo real. E aí a figuração começou a mostrar suas fraquezas. O crescimento do produto interno bruto (PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral, logo não passou de uma recordação. Independentemente da ilusão do índice (em 2009 o crescimento foi negativo: 0,7%)  apesar de todos os artifícios utilizados em 2011 o crescimento foi de apenas 2,7%. Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%. Foi o pior biênio dos tempos contemporâneos, só ficando à frente na América do Sul, do Paraguai. A desindustrialização aprofundou-se de tal forma que em 2012 o setor cresceu negativamente - 2,1%. O saldo da balança comercial caiu 35% em relação à 2011, o pior desempenho doa últimos dez anos e em janeiro deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos.   
A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle. E a dívida pública federal disparou chegou a R$ 2 trilhões. As promessas eleitorais de 2010 nunca se  materializaram. As milhares de creches desmancharam-se no ar. O programa habitacional ficou notabilizado por acusações de corrupção. As obras de infraestrutura estão atrasadas e superfaturadas. os bancos e empresas estatais transformaram-se em meros instrumentos políticos. A Petrobrás é a mais afetada pelo desvario dilmista (grifos meus). Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o óbvio: o governo Dilma Rousseff é um fracasso. E pusilânime abre o baú e recoloca velhas propostas como novos instrumentos de politica econômica.  É um confissão de que não consegue pensar com originalidade. nesse ritmo, logo veremos o ministro  Guido Mantega anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da SUNAB (grifos meus). Ah!, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande Brusundanga. Lá na cruel ironia  de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente "devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência, que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim de uma mediocridade total.
Digitado por
Iracema Alves / jornalista cadeirante

NUNCA VI UM TEXTO QUE DESCREVESSE TÃO BEM ESSE PESADELO

nª 2 - Não há neste artigo uma só frase mentirosa. Pelo contrário, todas elas são verdades incontestáveis. Parabéns Dr. Caio Lucas. Vamos ao texto :
O homem que esteve à frente desta nação e não teve coragem, nem competência, nem vontade para implantar reforma alguma neste país, pois todas as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança ficaram piores do que nunca. O homem que teve mais amigos safados e aliados envolvidos da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com os cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas. O homem que conseguiu inchar o estado brasileiro e as empresas estatais com tantos funcionários, tão vagabundos quanto ele, e ainda assim fazê-lo funcionar pior que antes. Um home que tem uma mulher medíocre, inútil, gastadeira, que usava, devidamente e desbragadamente, um cartão corporativo, ao qual ela tinha direito constitucional, que ia de avião presidencial para São Paulo "fazer escova" no cabelo e retornar a Brasília. Um homem que ajudou seu filho a enriquecer, tornando-se milionário do dia para a noite, sem esforço próprio algum, só às custas de conchavos com empreiteiras interessadas em mamar na "tetas" do governo. E depois ainda disse para a nação que "esse garoto é um fenômeno", e lhe concedeu um passaporte diplomático....
O homem que mais viajou inutilmente, quando presidente deste país, comprando um avião caríssimo só para viajar pelo mundo e hospedar-se às custas da nação brasileira nos mais caros hotéis, tão futilmente e às custas dos impostos que extorquiu do povo. Um homem  que aceitou passivamente todas as ações e humilhações contra o Brasil e contra os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai. O homem que, perdulária e irresponsavelmente, e debochando da nossa inteligência, perdoou dívidas dos países também corruptos, cujos mandatários são "esquerdistas", e enviou dinheiro a título de doação para eles, esquecendo-se que no Brasil também temos miseráveis, carentes de bons hospitais, escolas decentes e de um lugar digno para viver. O homem que, por tudo isso e mais um elenco de coisas morais e absurdas, transformou estou este país num chiqueiro libertino e sem futuro para quem não está no seu "grande esquema".. O homem que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, FARC'anos etc, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso vaga-mundo, para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente. Esse homem representa o que mais nos envergonha pelo Mundo afora!
O homem que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha. O homem que transformou o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com Bolsa-Família, com repasse sem limite de recursos ao Movimentos dos Sem Terra ( MST), o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos e que manipulam alguns ingênuos e verdadeiros colonos.. Para   se justificar a estes novos vagabundos, o homem lhes afirma ser desnecessário ESTUDAR e que para se "dar bem" neste País, basta ser vagabundo, safado esquerdista e esperto. Aliás, neste caso, o homem fez inverter uma das mais importantes Leis da Física, que é a Lei da Atração e repulsão; significa que a força de idênticos sinais se repelem e as de sinais contrários se atraem....Mas esse homem inventou que forças do mesmo sinal se atraem. Por exemplo: ele (o homem) atrai, para sua base políticos como JOSÉ SARNEY, COLLOR, RENAN, GENOÍNO, GUSHIKEN, TOFFOLI etc. É o homem...Você é o cara...É o cara-de pau mais descarado que o Brasil já  conheceu. Você é o homem que deveria apanhar na cara, porque, porque envergonha todo brasileiro honesto. Mas como diz o velho ditado popular: Não há mal que sempre dure....
Caio Lucas Macedo
Adv-OAB 4536-SPBR
Digitado por Iracema Alves / jornalista cadeirante

PETROLEIROS EM GREVE EXPLICAM OPOSIÇÃO AO LEILÃO DE LIBRA

nº 1 - Nota: devido minha ausência deixarei três artigos numerados todos digitados em 27 de outubro de 2013. Obrigada e ótima semana para todos. I.A
Na segunda-feira dia 21 de outubro de 2013, o governo brasileiro promoveu o Leilão do Campo de Libra , ao Rio de janeiro, o primeiro após a descoberta do pré-sal.. A reportagem é de Luiz Carvalho e publicada pelo sítio da CUT (Central Única dos Trabalhadores) em 18/10/2013.
A área que fica a 183 Km da costa carioca será disputada por empresas de 10 nacionalidades. as chinesas CNOOC International Limited e China National Petroleum Corporation - CNPC, colombiana, a japonesa Mitsui & CO, a indiana ONGC VIDESH, a portuguesa PETROGAL, a malasiana PETRONASa hispano-chinesa, REPSOL/SINOPECa anglo-holandesa SHELL, além da própria PETROBRÁS (1) Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o campo tem capacidade de produção entre 12 e 15 bilhões de barris de petróleo, o equivalente ao toda a reserva nacional - em torno de 14 bilhões - e renderia mais de dois trilhões de dólares ao país. Diante de de tamanho potencial, a FUP (Federação Única dos Petroleiros) comanda uma mobilização para suspender a licitação e cobrar que a riqueza fique em território nacional. Como parte de mobilização, iniciou uma greve por tempo indeterminado no último dia 16 de outubro de 2013 que atinge 90% de todo o sistema Petrobrás.
"A realização deste leilão é descabida e o governo deveria ter utilizado o artigo 12 da Lei da Partilha nº 12.351, de 2010, aprovada pelo presidente Lula, que deixa claro: todas as vezes e, houver risco ao interesse da nação e à politica energética, o governo poderá contratar a Petrobrás sem necessidade de leilão", afirma o presidente da FUPJoão Antônio Moraes, em vídeo gravado para o portal da entidade. O dirigente refere-se a uma lei aprovada durante o governo do ex-presidente Lula e que não vale exclusivamente para a exploração do pré-sal. A legislação altera o antigo modelo de concessão, de Fernando Henrique Cardoso (FHC, em que as empresas vencedoras tinham a propriedade do petróleo e do gás natural extraídos para um sistema de partilha em que a União é a dona do petróleo e recebe da empresa vencedora parte da produção, já sem os custos. A Petrobrás terá participação mínima de 30% no consórcio vencedor. O ganhador do leilão ainda terá que pagar R$ 15 bilhões de bônus por um contrato de exploração da área de 35 anos, que podem ser prorrogados.
Moraes destaca também que a experiência de quebra de monopólio por parte do governo tucano de FHC e a entrada de empresas estrangeiras no país trouxe prejuízos para a economia." Trinta empresas estrangeiras operaram nos campos graças à 11 rodadas de leilão anteriores. Esses grupos, ao contrário da Petrobrás, não fazem compras de material no país e não investem na cadeia produtiva do petróleo como um todo para gerar emprego e renda, tanto na aquisição de navios e plataformas, quanto de petroquímicos e derivados plásticos. Apenas se apropriam da nossa riqueza. Se foi assim até aqui, por que mais uma rodada?" questiona...Para o diretor da secretaria de Seguridade Social e Política Sociais da FUP, Paulo César Martín , nem mesmo uma possível justificativa de falta de capacidade financeira para a exploração é justificável. "A partir do momento em que a Petrobrás se torna  a única a operar o pré-sal, as ações sobem e aumentam o capital. Além de abrir linha de credito para o Brasil em qualquer lugar do mundo. E se a Petrobrás detém a tecnologia de extração, sem depender de qualquer outra empresa, não precisa fazer leilão," defende Para o dirigente, o governo brasileiro adota uma visão equivocada de que este recurso não será estratégico nas próximas décadas.
"O governo acredita que o petróleo não terá papel central nos próximos anos, como tem agora, então, avalia que quanto mais cedo tirar da terra e explorar, melhor. Porém, nos próximos 50 anos será fundamental para as áreas de energia e petroquímica. Por exemplo se hoje a indústria automobilística deixasse de produzir um motor de combustão interna, levaria 15 anos paras se substituído por outro que não utilizasse derivado de petróleo", aponta.
Batalha jurídica: em paralelo à greve, a FUP e seus sindicatos ingressariam com ações populares na Justiça Federal para suspender o leilão por conta do ataque aos interesses nacionais. O professor do Instituto de Energia e Ambiente da USP e ex-diretor de Gás e Energia da Petrobrás, Ildo Sauer e o jurista Fábio Konder Comparato,  além da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET) também protocolaram ações contra o leilão.
Nota: " CUT grafa Petrobrás com acento em repúdio à tentativa de mudança de nome da estatal pelas mãos do ex-presidente FHC, em 2000. Ele queria transformar a empresa em Petrobras para tornar o nome mais palatável  e vender ao capital estrangeiro um dos maiores patrimônios brasileiros. Graças à mobilização da classe trabalhadora e ao fim do governo tucano, felizmente, só perdemos o acento!!!
Iracema Alves/ jornalista cadeirante
Participação de  Wiglinews