sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O livro de Natal

Te desejo...
Tanta sorte como gotas tem a chuva.
Tanto amor como raios tem o sol.

Tanta felicidade como estrelas tem o céu.

Se não sabes como presentear aos teus seres mais queridos no Natal...
... presenteia-os com o teu amor.
Talvez o melhor enfeite de Natal, seja um grande sorriso.
Se tua vida é lutar...vence,
Se é amar...ama...
Se é uma ilusão... desperte,
Porém se tua felicidade depende de meu carinho...
...considera-te a pessoas mais Feliz do mundo.

Para os bons momentos...gratidão, 
para os maus...muita esperança,
para cada dia...um sonho, 
e sempre...felicidade.

Eu vi a FELICIDADE e ela me disse que irá a tua casa.
Eu pedi que ela também levasse a SAÚDE e o AMOR.
Trate-os bem...Vão de minha parte.

Que  uma chuva da paz, da esperança, da felicidade e amor ,te pegue com um guarda-chuvas quebrado e salpique a todos os que estão a tua volta.

Um sábio disse: a riqueza de um ser humano se mede pela quantidade e qualidade dos amigos que tem...

Obrigada, por ser parte de minha riqueza.

Que nunca te falte  um sonho para por ele lutar, um projeto para realizar, algo  para aprender, um lugar aonde ir, e alguém a quem amar.
Estas frases são uma caixinha de paz,

Cheia de alegria
Envolta com carinho...
Selada com um sorriso
E enviada com um beijo...

Fonte: El rincón del abuelo - Cuadernillo de Arte

O Dom Supremo

Existem dons, e existem talentos... 

Há quem tenha dom para dança,
 aliando criatividade, sensibilidade, leveza 
e coordenação na escolha dos passos.
Carinho, tato e cooperação na escolha do par.
A dança é um dos muitos dons 
que o ser humano manifesta...

O dom da oratória - a arte de encantar o ouvinte, 
e seduzir plateias...

O dom da música, canções a criar um universo particular...

O dom da escrita, que faz germinar na simplicidade 
de uma folha em branco.
Romances, crônica, contos, poesias...

O dom do desenho e dom da pintura...

Todos estes dons são igualmente belos.

Existe, no entanto, um dom supremo, que, 
quanto posto na balança, com nenhum
outro se equipara

Este dom supremo é também o mais democrático
de todos os dons, pois está ao alcance de qualquer um,
que o queira cultivar, que o queira manifestar.

Basta querer, basta estar desperto, basta permanecer alerta...

Eis o dom supremo...

Amar o próximo, 
secar-lhe as lágrimas.
Estender a mão ao necessitado, 
levantar do chão o caído.
Compartilhar os bens e os dons -
materiais e espirituais - 
com os quais fomos agraciados pela vida.
Ter coração e olhos, não apenas para
nossa família biológica, mas para 
a família humana inteira.

“Sê causa de júbilo para o entristecido,
um mar para o sequioso,...”
“...um refúgio para o aflito,
um apoio e defensor
da vítima da opressão.”
"Sê lar para um estranho,
um bálsamo para quem sofre..."
"Para o cego deve tu ser olhos, 
e para o pé dos errantes uma luz que guia."
Bahá’ulláh

"Que vos amei uns aos outros como eu vos amei..." 
Nisto conhecerão que sois Meus discípulos, 
se vos amardes uns aos outros..."
Jesus Cristo

"Não menospreze qualquer ato de bondade, 
inclusive o de receberes o teu próximo
com semblante alegre" 
"Deus te ama tal como 
amaste outro por amor a Ele" 
Profeta Mohammad

"Abre a tua boca a favor do mudo,
pelo direito de todos os que se acham em desolação."
"Abre a tua boca, julga retamente, e faze
justiça aos pobres e aos necessitados"
Judaísmo - Livro dos Provérbios

"Um grande compaixão existe no fazer
 a todos felizes e contentes"
“Uma grande ternura reside no remover 
tudo aquilo que impede os homens 
de serem felizes e contentes.”
da Doutrina de Buda

"Bem aventurados os que buscam a luz."
"Bem aventurados os que aspiram
tornar-se filhos da luz."
"Bem aventurados aqueles que,
com confiança, encontram
o caminho da luz."
"Bem aventurados os puros de coração.!"
Jesus Cristo

Fonte: Um peregrino









quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

DESCULPE O TRANSTORNO...ESTOU EM CONSTRUÇÃO


Ao longo da nossa caminhada, causamos transtornos na
vida de muitas pessoas porque somos imperfeitos...

Nas esquinas da vida, dizemos palavras impróprias e
sem necessidade...

Com pessoas mais próximas, costumamos agredir sem
intenção, e às vezes, intencionalmente. Mas agredimos...

Não respeitamos o tempo do outro, os desejos do outro,
a história do outro...

 Acreditamos que o mundo gira em torno de nós, dos nossos
desejos e o outro é apenas um detalhe...

Vamos por aí causando transtornos e concluímos que, não
estamos prontos, mas em construção...

Tijolo a tijolo. É assim a nossa vida. O templo da nossa
história vai ganhando vida...

Esquecemos que o outro também está em construção e
também causa transtornos...

Um tijolo cai e nos machuca, outras vezes é o cimento
que suja o nosso rosto...

E o tempo todo nós temos que limpar e cuidar das feridas.
Assim como os outros que convivem conosco também tem
que fazer...

Quando não sou eu é o outro, um conjunto de erros meus,
seus, deles, nossos...

Todas as pessoas erram, temos que compreender que os
transtornos são muitas vezes involuntários, que os erros
dos outros são semelhantes aos nossos erros...

Simples assim: Se eu errei, se eu magoei, se eu julguei mal,
desculpe-me por todos esses transtornos...

ESTOU EM CONSTRUÇÃO...


Mas é preciso entender, que erros também são escolhas
e escolhas tem consequências, boas e ruins e nesta 
longa construção que se chama vida, temos diariamente
que aprender a conviver com nossas escolhas e com as
palavras, os transtornos, as feridas causadas, a falta de respeito
e tudo o que fazemos, independente de termos reconhecido
nossos erros ou não, eles aconteceram, acontecem e acontecerão
e temos que viver com isso...embora não apreciemos esta 
também é uma das belezas da vida... 

 




terça-feira, 9 de dezembro de 2014

PETROBRAS VIRA ALVO DE AÇÃO NOS EUA

Sabiam que no dia 09/12/2014 comemora-se o "Dia da Corrupção"? 

Na parte da manhã a mídia (salvo as exceções) ensaiou várias modalidades de brindar! Não houve acesso! Vou seguir nossa pauta falando sobre a corrupção.
O escritório de advocacia americano Wolf Popper LLP entrou com uma ação coletiva contra a Petrobras em um tribunal no distrito de Nova York em nome de todos os acionistas que compraram recibos de ações da petrolífera (chamados de ADRs - American Depositary Receipts), negociadas na Bolsa de Nova York entre 20 de maio de 2010 a 21 de novembro de 2014. A ação alega que a companhia violou artigos da Securities Exchange Act, legislação que rege as companhias de capital aberto nos Estados Unidos. Desde novembro, a estatal brasileira é alvo de duas investigações nos EUA em decorrência do esquema de propinas desvendado pela Operação Lava-Jato, da polícia Federal. Na ação do Wolf Popper LLP, os advogados alegam que a Petrobras emitiu declarações falsas e enganosas aos acionistas, ao não divulgar "o esquema multibilionário de corrupção, suborno e lavagem de dinheiro que existe desde 2006"
Ainda de acordo com a ação, a Petrobras é acusada de ter exagerado o valor de suas propriedades, fábricas e equipamentos em seu balanço, por conta do superfaturamento de contratos para pagamentos de subornos. "Esses valores foram exagerados porque a Petrobras inflou o valor dos seus contratos de construção", diz a ação. Segundo o escritório, a Petrobras pode ter que ajustar suas demonstrações financeiras passadas, reconhecendo que houve o superfaturamento de contratos. O escritório observa que os ADRs da empresa caíram de U$ 19,38, em 5 de setembro, para U$ 8,88 ou 46%.  O Wolf Popper LLP existe há mais de 65 anos e tem escritórios em Nova York e em Porto Rico. Em 1960, começou a defender investidores fraudados e, desde então, diz ter recuperado alguns bilhões de dólares para seus clientes. De acordo com informações do site do escritório, seus advogados já entraram com mais de mil ações deste tipo em tribunais americanos.
A atuação em fraudes no mercado de capitais tornou-se a principal atividade do Wolf Popper, que também atua em casos de litígios de governança corporativa, fusões e aquisições, casos antitruste, entre outros. Em novembro, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos da América abriu uma investigação criminal contra a Petrobras para saber se houve pagamento de propina para empresa ou alguém de seus funcionários nas operações americanas da estatal brasileira. A Petrobras já vinha sendo investigada pela Securities Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais americano, pois a petrolífera negocia títulos na Bolsa de Nova York. A investigação do Departamento de Justiça dos EUA quer descobrir se a Lei de Práticas Corruptas Estrangeiras (Foreign Corrupt Practices Act), que proíbe o pagamento de propina para estrangeiros para obter vantagens em negócios, foi violada.  
Digitado por Iracema Alves - jornalista cadeirante, em 09/12/2014 às 19:12 horas 

 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Os perigos da impaciência

Um momento de paciência pode evitar um grande desastre; um momento de impaciência pode arruinar toda uma vida.
Provérbio Chinês

A IMPACIÊNCIA não é algo novo. Não é de hoje que as pessoas perdem a paciência quando estão presas num congestionamento ou esperando numa fila. Mas alguns especialistas acreditam que a impaciência nunca foi tão comum como agora — e por motivos que podem surpreender você.
Alguns estudos indicam que muitas pessoas são menos pacientes hoje por causa da tecnologia. Segundo o jornal The Gazette de Montreal, Canadá, alguns pesquisadores sugerem que “a tecnologia digital, incluindo coisas como celulares, câmeras,   e-mails e iPods, está mudando nossa vida . . . 
Os resultados imediatos que essa tecnologia oferece têm aumentado nosso apetite por gratificação imediata em outras áreas da vida”.
A Dra. Jennifer Hartstein, psicóloga familiar, comenta algo que dá o que pensar. Ela explica que “nos tornamos uma cultura da gratificação imediata e esperamos que as coisas aconteçam sem demora, sem erros e da maneira como queremos. Quando isso não ocorre, a tendência é ficarmos 
 cada vez mais frustrados e irritáveis, [um sinal] de impaciência”. - será que conhecemos pessoas assim (grifos meus) 
Ela acrescenta: “Desaprendemos a arte de diminuir o ritmo e aproveitar o momento.”
Alguns acreditam que o e-mail está perdendo popularidade e poderá ficar ultrapassado em breve. Por quê? Porque muitas pessoas que enviam mensagens não têm paciência para esperar algumas horas, nem mesmo minutos, para receber uma resposta. Além disso, quando alguém lê um e-mail, assim como acontece numa carta, espera encontrar saudações no início e no fim da mensagem. Mas muitas pessoas acham essas formalidades entediantes e uma perda de tempo. Por isso, preferem usar mensagens instantâneas. Parece que ninguém tem paciência para digitar saudações bem-educadas. E poucos tiram tempo para revisar o que escrevem. Em resultado disso, cartas e e-mails vão para destinatários errados ou contêm vários erros gramaticais e ortográficos.
Todo mundo fica impaciente de vez em quando. Mas é muito perigoso quando os ataques de impaciência acontecem diariamente. A impaciência está associada à frustração, irritação e raiva. Esses sentimentos podem aumentar o nível de estresse, consequentemente prejudicando a saúde. A impaciência pode prejudicar nossa comunicação. Alguém que não tem paciência para ter uma conversa significativa tende a falar sem pensar. Também pode ficar irritado quando outros falam. Uma pessoa assim não tem paciência para esperar a outra terminar de expressar suas ideias. Então, o ouvinte impaciente termina as frases de quem está falando ou procura outra maneira de apressar a conversa.Essa impaciência pode resultar na perda de amigos. A Dra. Jennifer Hartstein,  no artigo anterior, explica: “Quem gosta da companhia de alguém que fica o tempo todo batendo o pé ou olhando para o relógio?Realmente, a impaciência não atrai em nada as pessoas. Ela afasta os amigos.

Para encerrar um Poema...

Gregório de Matos

Segunda Impaciência Do Poeta

Cresce o desejo, falta o sofrimento, Sofrendo morro, morro desejando, Por uma, e outra parte estou penando Sem poder dar alívio a meu tormento. Se quero declarar meu pensamento, Está-me um gesto grave acobardando, E tenho por melhor morrer calando, Que fiar-me de um néscio atrevimento. Quem pretende alcançar, espera, e cala, Porque quem temerário se abalança, Muitas vezes o amor o desiguala. Pois se aquele, que espera se alcança, Quero ter por melhor morrer sem fala, Que falando, perder toda esperança.

Redação e Diagramação: WNews


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

VIDA ÉS TUDO E ÈS NADA POIS NÃO VALEU A PENA VIVER AQUELA QUE NÃO FOI AMADA



A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do coração. A sorrir para as pessoas que não gostam de mim. 

Quero mostrar que sou diferente do que elas pensam fazer de conta que tudo está bem quando não é verdade. 

Devo e preciso acreditar que tudo vai mudar. 

Calar-me para ouvir, aprender com os erros; afinal uma pessoa sempre pode melhorar de atitudes, injustiças, indiferenças. 


Gosto tanto de sorrir mas às vezes preciso gritar contra todos aqueles que nos governam - via votos - e não devolvem aos cofres públicos os $$$ em real ou em libras no exterior.(grifos meus).

Optei por ouvir  todos que precisam desabafar, amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos. 

Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão. 

Amar incondicionalmente pois também preciso do amor.

Alegrar quem precisar, sonhar acordada e viajar com as nuvens do céu. 

Aproveitar cada instante de felicidade e chorar de saudades sem vergonha de demonstrar. 

Deixar que as lágrimas sequem solitariamente. 

Aprendi a ter olhos para "ver e ouvir estrelas"  (grifos meus)

Ver o encanto do pôr do Sol! Sentir a dor do adeus e do que acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser.

Abrir minhas janelas para o mar e não temer o futuro que me ensinou a aproveitar o presente.

O presente que recebi é o dom da vida; todos os dias lapidada como um diamante raro e, compartilhar, com aqueles que amo!
Texto de Charles Chaplin - copidesque de Livre para Voar.


Iracema Alves - jornalista cadeirante digitado às 23.02 horas dia 3/12/2014  

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A PETROBRAS OU A JUSTIÇA A PAULO FRANCIS, AINDA QUE TARDIA

IN MEMORIAM
Por Maristela Basso*

Paulo Francis morreu em fevereiro de 1997, em Nova Iorque, de infarto fulminante do miocárdio, cansado, em boa parte, pelo desgosto e sentimento de injustiça que corroeu sua alma e seu coração, e nos privou do cara mais chato e irremediavelmente brilhante e encantador que o Brasil já teve. Paulo Francis estava sob enorme pressão resultante de um processo judicial ardilosamente proposto contra ele nos Estados Unidos por suposta calúnia contra a Petrobras. 


Pouco antes, no Programa de TV a cabo do qual participava, o Manhattan Connection, transmitido pelo GNT, à época, Paulo Francis sugeriu a privatização da Petrobras e chamou a atenção para o fato de que seus diretores desviavam dinheiro para contas na Suíça, era preciso investigar. Contudo Francis não tinha provas. Jornalistas geralmente não tem provas, porém honram sua fontes em geral secretas. (grifos meus). Elas dizem o que sabem, vivem e vêem, e por temerem por suas vidas preferem ficar no anonimato. Nesses casos estamos diante das chamadas "provas diabólicas": excessivamente difíceis de serem produzidas. A credibilidade de Francis e a solidez do Programa deveriam ser suficientes para dar sustentação à denúncia e justificar a investigação no Brasil. O que ocorreu, e tivemos que esperar até muito recentemente para que os mandos de desmandos da Petrobras começassem a ser investigados.
Após a denúncia de Paulo Francis, sete diretores da Petrobras, liderados pelo então Presidente Joel Rennó**, decidiram cobrar reparação judicial pelo suposto dano moral resultante da calúnia que alegaram ter sofrido e, para tanto, buscaram o Poder judiciário dos Estados Unidos, conhecido pela receptividade desse tipo de ação e por fixar indenizações milionárias. Os diretores da estatal fizeram o que em Direito e chama de "fórum shopping", isto é, recorrer ao judiciário de um país cuja legislação é mais favorável e as decisões dos tribunais mais palatáveis  ao caso que se pretende ver julgado. E assim foi. A Justiça americana mandou Paulo Francis indenizar os diretores em 100 milhões de dólares, mas as custas e honorários. Muitos brasileiros ilustres, bateram  na porta do Presidente Joel Rennó para que desistisse de cobrar de Francis - que não tinha os meios necessários. Francis, em seu calvário melancólico pós-sentença, começou por transferir sua dor moral para uma simples bursite e desta migrou, definitivamente, para uma bomba no seu coração. Lá se foi a figura agridoce mais extraordinária de todos os tempos e um "gentleman" como não se viu mais. E como seguir agora sabendo que era tudo verdade? E, pior: a roubalheira era muito maior e que não tão poucos por tanto tempo roubaram tudo que podiam.
Paulo Francis merece ter sua memória recomposta. Se não lhe fazer justiça estamos fadados e nos igualar aos seus algozes. É o mínimo que podemos fazer por ele. Para tanto é preciso que seus herdeiros e sucessores voltem ao Poder Judiciário americano com uma ação de recuperação da imagem e erro judicial - frente às provas de que dispomos agora. É preciso responsabilizar a Justiça americana da morte de Francis, haja vista que nenhuma sentença pode ser proferida sabendo-se que o condenado não teria os meios de pagar - e que seu cumprimento o levaria à ruína. É preciso que a Justiça americana reconheça que foi usada como "fórum shopping" por litigantes de má-fé que deveriam ter ingressado com a ação na Justiça da cidade do Rio de Janeiro, sede da rede Globo de televisão, responsável pelo programa "Manhattan Connection", e local onde os diretores da Petrobras viram e sentiram os efeitos e prejuízos (se é que houve) do que foi dito por Francis. A Rede Globo pode tomar essa iniciativa, afinal de contas o Programa era dela. Errou a Justiça americana. Deixou-se usar á época. Mas os tempos mudaram de lá e cá.
Não há o que se preocupar com a prescrição. Esta não atinge a nova demanda nos EUA por justiça a Francis. Fatos novos apareceram e com eles um mar de provas. Sem falar que crimes contra os direitos humanos não prescrevem e aqueles do colarinho branco abrem um corredor direto para a prisão nos Estados Unidos. Entretanto, até que isso aconteça, fica a sugestão de buscarmos consolo em uma discreta risada (mesmo que ninguém veja) em homenagem a Paulo Francis, pois ele tinha razão.

* Maristela Basso é Professora de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo São Francisco) 

* Joel Mendes Rennó, graduou-se em engenharia pela Universidade Federal de Itajubá. Ocupou o cargo de presidente da Petrobras durante os dois anos do governo Fernando Henrique Cardoso. Foi a segunda mais longeva gestão da Petrobras, ficando atrás apenas da de José Sérgio Gabrielli de Azevedo. Foi presidente da Companhia Vale do Rio Doce.

Fonte: JUSTIFICANDO
Digitado por Iracema Alves - jornalista Cadeirante. em 01/12/2014 às 13;28 horas